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Mostrando postagens com o rótulo embasamento teórico

Registrar é preciso

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Todos sabemos da importância do registro de nosso trabalho junto as crianças, afinal é ele quem vai fazer a ponte entre a teoria e a prática. A prática alimentando a teoria que por sua vez subsidia a prática novamente ressignificada. A documentação pedagógica permite aos professores revisitar, avaliar, observar, reinterpretar os fatos e acontecimentos fora do processo, ou seja do momento filmado, anotado ou fotografado, e poderá através disso se ater a detalhes desapercebidos e reinterpretá-los para que possa qualificar sua prática, além de poder trocar com outros professores ampliando suas perspectivas. É sem dúvida um elemento formador dos professores. Porém ele não deve ser apenas um arquivo, guardado para memória e coleções de portfólios. Ele deve estar vivo e presente, e ser acessível além de construído juntamente com as crianças. Quando as crianças são envolvidas neste processo, elas podem revisitar, refletir, reinterpretar e organizar seus conhecimentos, conversando c...

A criança e o brincar

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A brincadeira é para a criança algo natural, fundamental para sua aprendizagem e desenvolvimento cognitivo, social, físico e psíquico. Para que ela ocorra é necessário que a criança seja estimulada a explorar objetos, ambientes e estabeleça relações significando suas experiências. Quando ela age sobre um objeto através da brincadeira ela o investiga utilizando seus conhecimentos prévios na solução de problemas e assim aprende novas possibilidades. A brincadeira trambém tem uma forte característica social e cultrural , ou seja ela é aprendida, transmitida pelos adultos e por outras crianças. Assim sendo o ambiente, o brinquedo e as pessoas são fundamentais para que ela aconteça. Dependendo da região, dos materiais a que se tem acesso e os valores culturais alí inseridos a brincadeira ganha variações, novas formas e outras regras. Mesmo quando está brincando sozinha com seus brinquedos ela trás à tona suas memórias de situações vividas, representando o que vê em seu cotidiano. C...

Quando a criança avalia

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No final do ano passado nossa escola, EMEI Professora Laura da C. P. Quintaes, participou de uma avaliação em que os pais, funcionários dialogavam sobre as vários itens referentes a qualidade na Educação Infantil. Alguns desses itens englobavam a os espaços na unidade, a segurança dos brinquedos, qualidade da comida, desenvolvimento pedagógico. Foi então que sentimos a necessidade de fazer a avaliação com as crianças, afinal temos estudado e buscando uma pedagogia da escuta, porque não saber o que pensam em relação a escola? Não fizemos com eles todos os itens da avaliação, já que a mesma era muito extensa. Eles participaram com seus pais na reunião e sabiam como foi feita, usamos três cartões: verde- está tudo bem, amarelo- precisa melhorar e vermelho- precisa de intervenção urgente. Dessa forma usamos os cartões com as crianças também.  Vejam o que as crianças concluiram: A gente pode escolher os brinquedos e as brincadeiras Brincamos com areia, terr...

O nosso quintal!!!

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É um grande desafio o trabalho na Educação Infantil, maior ainda é ir contra uma corrente antiga e impregnada da escolarização e da preparação da infância para algo ou alguma coisa. É um desconsiderar a criança, achá-la incapaz ou um não-ser, ou pior, um vir a ser pois ainda não é. Desvincilhar-se desse caos e passar a perceber o mundo além da sala é perceber uma criança produtora de cultura. E em outros espaços, em outras interações o mundo se abre, se amplia, e o que era apenas professor-criança, criança-criança, criança-professor passa a ser criança, flor, árvore, terra, areia, criança, professor, sol, chuva, aranha, formiga, borboleta, criança, mato, vento, fumaça, água. Sabemos que cada vez mais as crianças são confinadas nas zonas urbanas, seja pela falta de segurança e pela violência, seja pelas construções cada vez menores, ficam horas presas limitando-se a brincar com jogos e vídeos, sendo assim a Educação Infantil uma das únicas oportunidades delas interagirem e enten...

Edith Derdyk e suas linhas - Linhas com crepom

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Quem é Edith Derdyk:   É formada em Artes Plástica pela FAAP.  Realizou trabalhos gráficos como capas de livros e de discos. Escreveu e ilustrou livros infantis. Publicou dois livros teóricos sobre o desenho infantil, entre outros livros. Tem obras expostas em vários lugares, entre eles a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Atualmente ministra cursos livres e de aprofundamento para professores. Para saber mais sobre a artista: www.edithderdyk.com.br Suas Obras:       O que é uma instalação de arte? É uma manifestação artística em que a obra é produzida no momento da exposição utilizando-se os elementos e o ambiente para compô-la,  ao final da exposição é desmontada e sua forma de registro é somente por recordações ou fotografias. Têm o objetivo de provocar sensações e chamar a atenção do público. A primeira instalação artística foi o "Merz Boo", ou "Casa Merz", o apartamento do poeta e artista plástico Kurt Schwit...

Grafismo Infantil - Estágios do desenho segundo Lowenfeld e Luquet

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Em nossa rotina na Educação Infantil trabalhar com desenhos não é novidade, alguma vez, com certeza já estudamos sobre isso. Porém é sempre importante voltarmos ao assunto para que possamos refletir se estamos ou não propiciando às crianças oportunidades de se expressarem e de criarem, respeitando-as em sua maneira específica de agir e pensar sobre o mundo. O ato de desenhar não se trata apenas de um gesto mecânico ao acaso, cada movimento tem um significado simbólico, dessa forma o desenho infantil é alvo de vários estudos e de diversas áreas do conhecimento. O desenho é para a criança um modo muito significativo e prazeroso de expressão e de representação e que transita entre o real e o imaginário. Desenhar e rabiscar são formas de comunicação e expressão desde os primórdios da humanidade, mas para a criança nem sempre o importante é atribuir significados aos seus rabiscos, pois quando descobre as propriedades do giz, do lápis e da tinta os explora e diverte-se com as novas desc...

Roda de Leitura Para Educadores

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Baby-Art Os primeiros passos com a arte Autor: Anna Marie Holm Museu de Arte Moderna Um pincel molhado de tinta, um papel aberto no chão...e liberdade para fazer a maior confusão!! É o que retrata o livro escrito por Anna Marie Holm sobre seu trabalho realizado com crianças pequenas na Dinamarca. Não há como se encantar a cada página, a cada brincadeira dos bebês que percebem as cores, as texturas, cheiros, sons do ambiente, se divertem e aperfeiçoam os sentidos e a criatividade. Basta deixar as crianças livres para fazer experimentações e se divertirem com o resultado. Tinta, pincel, lápis, giz, papéis, jornal, roupas coloridas, panos, sapatos, chapéus, bolsas, gravuras de beijos, meias musicais são os primeiros passos das crianças com a arte. Enfim, um livro imperdível para se inspirar!! tinta, jornal e lugares variadados para pintura Outras idéias de suportes Rabiscar é uma delícia!!

Identidade Negra

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Realizar uma proposta de trabalho sobre a identidade implica em refletir a cerca das questões etnicas-raciais, diversidade cultural e identidade negra. A criança constrói sua identidade desde o nascimento num processo continuo e gradativo, a partir de suas relações com o outro. Inicialmente   na família, depois amplia suas relações com outros grupos em diferentes espaços. Esse processo envolve inúmeras váriaveis é uma construção social, histórica e cultural. A criança negra constrói sua identidade negra com os mesmos principios de outros processos identitários, no entanto, tem dificuldade em se identificar com seu grupo de pertencimento racial, pois afirmar-se como negro em nossa sociedade é incorporar estereótipos negativos, para ser aceito é preciso negar-se a si mesmo. Nessa trajetória de construção de sua identidade, a criança negra depara-se na escola com diferentes olhares sobre seu pertencimento racial, sua cultura, sua história, su...