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Desenho gigante e o enredo de brincadeiras

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Continuando a experiência da postagem anterior:  "Entrando no desenho", o desenho gigante foi pendurado na sala e as crianças ficaram muito eufóricas. Olhavam os desenhos em detalhes, observavam o traçado e como era legal ver ele bem grandão . Eles corriam e começaram a passar por baixo ou afastavam o plástico, perceberam alí também um cenário para brincadeiras, como se fosse uma passagem secreta para outro mundo, o Vinicius demonstrou isso claramente depois que passava pelo plástico tinha outro comportamento, no jogo simbólico ele era um herói na terra dos dinossauros. Algumas crianças pegavam seus brinquedos e iam para esse espaço brincar, como se fosse uma delimitação de um ambiente de imaginação. A ideia agora é colocar esse Desenhão para fora da sala para que outras turmas possam interagir com ele e encontrar em outros espaços, lugares para brincar e imaginar.









Entrando no desenho - uma das possibilidades com uso do retroprojetor

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Ver os desenhos em diferentes tamanhos/paisagens foi a nossa motivação, proporcionar à criança a possibilidade de ver seus grafismos grandes e poder "entrar" dentro deles. Essa inspiração não surgiu sozinha, foi oriunda de um curso muito significativo que fizemos com Marcia Gobbi e que a mesma trazia essa sugestão. Primeiro as crianças desenharam em saquinhos plásticos com canetões a base de álcool ( aqueles que usamos em lousas brancas), usamos folhas de sulfite como suporte visual.







Depois fomos para a " Sala Lúdica" e projetamos a luz na parede com o retroprojetor, as crianças ficaram encantadas com as possibilidades de fazerem sombras na parede!!






Depois de vivenciarem sua própria sombra na parede, colocamos os desenhos, as crianças sugeriram que o dono do desenho deveria "entrar" nele, passear e até correr.









Depois disso virou uma festa! Entraram nos desenhos com os amigos, tentavam pegar seus traços na parede e perceberam que os desenhos também eram p…

Desenhos

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Bem sabemos que os desenhos das crianças é uma das suas formas de expressão. Como numa brincadeira as crianças criam, recriam, inventam, imaginam, sonham, a partir do convite feito por diversos materiais. Esses desenhos representam uma pesquisa pessoal da criança elaborada por ela mesma, um levantamento de hipóteses, o seuestilo. Nesse sentido, é importante perceber o que as crianças nos trazem em seus desenhos, quais narrativas estão em suas criações, considerarmos tais criações não como estágio zero de uma futura figuração. Gobbi nos traz a preocupação em exercitar o "amaravilhamento". "A maravilha é a capacidade que algumas pessoas tem de maravilhar-se. É valorizar o universo infantil que é inevitável e ricamente diverso dos mundos do adulto".


Gustavo, 4 anos
Luiz, 5 anos
Brenno, 5 anos
Brenno, 5anos
Brenno, 5 anos
Beatriz, 4 anos
Beatriz, 4 anos

Eca, meleca!!!!

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Uma possibilidade de brincar bem interessante é propiciar às crianças a meleca feita de beterraba e farinha de trigo. Experiencia muito utilizada com bebês, mas crianças um pouco maiores adoram também. Feita com ingredientes naturais não haverá problema se alguém der uma provadinha.   Inicialmente com a turma de quatro anos, observamos a cor e a textura da beterraba. Em seguida, fizemos um suco, peneiramos e mãos à massa. 
RECEITA DA MELECA DE BETERRABA
500g de farinha 2 colheres de sopa de óleo 2 copos de suco de beterraba  ( se usar com o bagaço fica texturizada) * você pode colocar mais água ou suco, vai depender do ponto da meleca que você e as crianças quiserem, quanto mais suco mais líquida ficará.


Foto tirada pelo Igor, enquanto observávamos


Depois acrescentamos esse "bagaço" da beterraba à meleca. 
Foi interessante observar a cor do suco e a textura do "bagaço".
E foram muitas mãos na massa!

Anilina na agua

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Algumas gotinhas de anilina na água ...   E o olhar atento das crianças. A cor que vai se misturando, criando movimento, desenhos na água com várias tonalidades, ora claro, ora turvo. No seu tempo, pois leva um tempo. Mas quanto tempo? E se mexer?



Caixas e carvão

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Penduramos algumas caixas de papelão no parque encapadas com papel branco e oferecemos às crianças carvão para desenharem. Foi uma experiência interessante, tentar desenhar com as caixas balançando, além de poder rodopiá-las, trocar de lugar com os amigos, perceber as texturas e a força que tinham que empregar para poder riscá-las. Essa experiência foi  idealizada pela nossa colega Professora Roseli Mariano.
Caixas penduradas


As crianças usaram carvão para desenhar